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Boletim do Deral aponta que safra 2026 ganha volume e consolida cenário positivo no Paraná – MAIS SOJA

Agro MT 29/01/2026 22:15

Boletim Deral Aponta Que Safra — veja informações claras, passos práticos e orientações para tomar a melhor decisão com segurança.

Boletim Deral Aponta Que Safra: guia completo

SustentabilidadeBoletim do Deral aponta que safra 2026 ganha volume e consolida cenário positivo no Paraná – MAIS SOJA Published 7 horas agoon janeiro 29, 2026By agro.mt Share Tweet A Previsão Subjetiva de Safra (PSS) do mês de janeiro, feita pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) ), confirma um dos cenários agrícolas mais expressivos dos últimos anos no Paraná.

O principal destaque do documento é a safra de verão robusta, puxada pela soja, que deve ultrapassar 22 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de uma produção total de 25,9 milhões de toneladas nas lavouras de verão.Mesmo com ritmo de colheita mais lento, em função das chuvas, as condições gerais das lavouras seguem favoráveis e a projeção é otimista para o ciclo 2025/26.

O documento detalha a condição dos segmentos de ovos, leites e frutas e horticultura.SOJA – A safra de verão se confirma como o grande motor da agricultura paranaense neste início de ano.

Os dados da PSS mostram estabilidade em relação ao levantamento anterior, e o bom desenvolvimento das lavouras, aliado a uma área expressiva cultivada, sustenta a expectativa de um volume superior ao registrado na safra passada.A soja mantém papel central no desempenho da safra. Com área próxima de 5,8 milhões de hectares, a produção projetada supera 22 milhões de toneladas, consolidando mais uma colheita histórica.

Até o final de janeiro, cerca de 5% da área havia sido colhida, um ritmo abaixo do observado em anos anteriores, reflexo das chuvas frequentes.Ainda assim, as lavouras apresentam bom padrão vegetativo, e as precipitações previstas são consideradas decisivas para confirmar os rendimentos esperados.MILHO – O milho de primeira safra apresenta boas perspectivas produtivas, mesmo ocupando área menor que a soja.

A expectativa é de aumento na produção total, ainda que os rendimentos não atinjam os recordes observados no ciclo anterior. Já o milho de segunda safra começa a ser semeado dentro do calendário recomendado, com avanço do plantio principalmente nas regiões Oeste e Sudoeste, à medida que soja é colhida.

O desempenho dessa etapa será fundamental para o resultado final da safra estadual.FEIJÃO – Já o feijão de primeira safra caminha para o encerramento com redução de área e produção, consequência direta dos preços menos atrativos ao produtor no momento do plantio.

A produção estimada gira em torno de 184 mil toneladas, cerca de 46% menor que a safra anterior.Para a segunda safra, a área projetada também é inferior à do último ciclo – embora ainda exista expectativa de recuperação produtiva, dependendo das condições climáticas e do andamento do plantio nas próximas semanas.HORTICULTURA – Na horticultura, o destaque é a boa qualidade dos produtos colhidos, especialmente batata, cebola e tomate.

A batata de primeira safra já tem colheita avançada, com alto padrão de qualidade, enquanto a segunda safra segue em fase de plantio. A cebola concluiu a colheita com produtividades satisfatórias, apesar da redução de área.No tomate, mesmo com leve retração na área plantada, as expectativas apontam para boa produção.

O setor, no entanto, enfrenta preços mais baixos, reflexo do excesso de oferta e da concorrência com outras regiões.OVOS – Em janeiro de 2026, os preços de varejo dos ovos para consumo no Paraná apresentaram forte retração nos preços, com queda média de 14,6% em relação a janeiro de 2025 e de 17,5% frente a dezembro. A redução foi mais intensa no ovo extra (-25,2%), seguida pelo ovo grande (-15,8%), enquanto o ovo médio registrou recuo mais discreto (-2,7%).Esse movimento contrastou com a alta observada nos preços médios das carnes bovina, suína e de frango, reforçando a maior competitividade do ovo como fonte de proteína animal.

Para fevereiro, projeta-se elevação dos preços, em função do padrão sazonal, do retorno das compras institucionais e da menor produção nacional no período.LEITE – O mercado de leite manteve, no início de 2026, a trajetória de queda observada ao longo de 2025 no Paraná, influenciada pela oferta elevada e pelos custos de produção ainda altos.

O preço médio do leite posto na indústria deve se situar em torno de R$ 2,15 por litro – 22,1% abaixo do registrado em janeiro de 2025.No varejo, o litro do leite UHT foi vendido, em média, a R$ 3,75 em janeiro, com redução mensal de 3,1% e queda anual de 23,2%.

O aumento das importações de leite em pó no final de 2025 contribuiu para a manutenção da pressão sobre os preços internos.FRUTAS – A fruticultura paranaense segue ampliando presença no mercado externo. Em 2025, as exportações do setor alcançaram US$ 22,4 milhões, um crescimento expressivo na comparação com a última década.

Limão, lima, banana e abacate lideram os embarques, reforçando o potencial do segmento como alternativa de diversificação e agregação de valor à produção estadual.CONJUNTURA – Junto com a Previsão Subjetiva da Safra o Deral divulgou também o Boletim Conjuntural semanal. O documento destaca um cenário de pressão generalizada sobre os preços no agronegócio paranaense neste início de 2026, atingindo desde os grãos de verão até as proteínas animais e a pecuária leiteira, influenciados tanto pela oferta interna quanto por fatores macroeconômicos.

Além dos grãos de verão, o documento detalha as condições do mercado de ovos, leite e frutas.Fonte:  AEN-PR  FONTEAutor:Agência Estadual de Notícias – ParanáSite: AEN-PR Related Topics: Up NextCom inadimplência recorde no campo, crédito rural torna-se teste de engenharia financeira – MAIS SOJA Don't MissArroz/RS: A cultura do arroz apresenta 57% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 34% em floração e 9% em formação e enchimento de grãos – MAIS SOJA Continue Reading You may likeSustentabilidadeSoja/RS: Estima-se que 42% das lavouras estejam em fase vegetativa, 46% em floração e 12% em enchimento de grãos – MAIS SOJA Published 4 horas agoon janeiro 29, 2026By agro.mt A semeadura permanece em 98% da área prevista, mas deve ser concluída nos próximos dias, a partir da reposição de umidade nos solos.

Em termos fenológicos, estima-se que 42% das lavouras estejam em fase vegetativa, 46% em floração e 12% em enchimento de grãos.As condições climáticas de elevada amplitude térmica (mínimas inferiores a 10 °C e máximas próximas a 40 °C), predomínio de tempo seco, alta radiação solar e ventos frequentes intensificaram a demanda evaporativa e a perda de umidade do solo.As raras precipitações foram isoladas e ocorreram de forma irregular e em baixos volumes, insuficientes para recompor, de maneira ampla, o armazenamento hídrico no perfil.

Algumas lavouras em floração e em início de enchimento de grãos (estádios de maior exigência hídrica) apresentam sinais fisiológicos de estresse em solos mais rasos ou arenosos, com potencial reflexo sobre a fixação de vagens, caso a restrição hídrica persista. De modo geral, o potencial produtivo da safra permanece elevado.

Porém, depende da regularização das chuvas para se manter e para assegurar adequada formação e enchimento de grãos.Em relação ao aspecto fitossanitário, o tempo quente e seco tem restringido a evolução de doenças foliares. Contudo, ainda são necessárias aplicações preventivas para ferrugem asiática, especialmente nas áreas em estádio reprodutivo.

Observa-se incremento pontual de insetos-praga, como percevejos, tripes e ácaros, o que exige monitoramento e intervenções conforme níveis de ação. O controle de plantas daninhas está, em grande parte, em fase final, com boa eficiência de herbicidas residuais, sobretudo para espécies de folhas largas.

Para a Safra 2025/2026 no Rio Grande do Sul, a projeção da Emater/RS-Ascar indica o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade média de 3.180 kg/ha.Fonte: Emater RSNa região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, as lavouras apresentam bom potencial produtivo, com parcelas em floração e início de enchimento de grãos sob crescente estresse hídrico, devido à má distribuição das chuvas nos primeiros Informativo Conjuntural.

Porto Alegre, n. 1904, p. 6, 29 jan. 2026. decêndios de janeiro e às temperaturas elevadas. Em áreas de solos arenosos e menor investimento em fertilidade, como em Maçambará, há sintomas mais acentuados de déficit hídrico, como murcha e queda de folhas do terço inferior.

Parte das lavouras implantadas após a colheita de milho demandou irrigação para garantir a germinação.Na região da Campanha, predomina a fase de desenvolvimento vegetativo, com bom desempenho, apesar da ausência de precipitações em duas semanas. O fechamento das entrelinhas contribuiu para reduzir a temperatura do solo e a perda de umidade.

O manejo de plantas daninhas está sendo intensificado para minimizar a competição hídrica, e ocorre boa resposta de herbicidas residuais sobre folhas largas. Há relatos pontuais de deriva de herbicidas em Hulha Negra, associada a aplicações sob condições ambientais inadequadas.Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam elevado vigor e expectativa de rendimento.

Os cultivos estão entre estádios vegetativos e enchimento de grãos. É realizado manejo de pragas e doenças, com monitoramento constante e aplicações preventivas.Na de Erechim, cerca de 65% da área está em floração e enchimento de grãos, e as demais em fase vegetativa. As lavouras em enchimento de grãos implantadas em solos rasos já evidenciam sinais iniciais de estresse hídrico.

O manejo tem priorizado a prevenção da ferrugem-asiática e o controle de plantas daninhas nas áreas implantadas após a cultura de trigo.Na de Frederico Westphalen, aproximadamente 25% dos cultivos estão emdesenvolvimento vegetativo, 60% em floração e 15% em enchimento de grãos. O estado geral está ideal, com sanidade preservada.

São efetuadas aplicações preventivas de fungicidas, e a janela de controle de plantas daninhas está praticamente encerrada.Na de Ijuí, as lavouras apresentam bom desenvolvimento foliar e sanidade. Estão 57% em floração, 41% em fase vegetativa e 2% em formação de grãos.

O período mais quente e seco favoreceu o aumento de ácaros e tripes, exigindo intervenções específicas, além da manutenção dos programas de controle de doenças.Na de Passo Fundo, cerca de 20% das lavouras estão em estádio vegetativo e 80% em floração e formação de vagens.

As condições de umidade ainda estão favoráveis em perfis de solos mais profundos, mas a manutenção do potencial produtivo depende da ocorrência de novas precipitações.Na de Pelotas, a semeadura está praticamente concluída, restando apenas áreas pontuais. Estão 68% dos cultivos em desenvolvimento vegetativo, 28% em floração e 4% em enchimento de grãos.

Em alguns municípios, observa-se início de murcha em períodos de maior radiação, indicando redução da disponibilidade hídrica superficial.Na de Santa Maria, a implantação está praticamente encerrada, e parte das áreas remanescentes condicionada à retomada de umidade no solo. Aproximadamente 34% das lavouras estão em floração e 10% em enchimento de grãos, estádios sensíveis à restrição hídrica.

Já há registros localizados de comprometimento do potencial produtivo.Na de Santa Rosa, o plantio alcança 96% do previsto. As lavouras em desenvolvimento vegetativo representam 54% da área; em floração 42%; e em enchimento de grãos 6%.

Nos cultivos em floração, especialmente de maior porte, o estresse hídrico tem se manifestado por perda de turgidez e alteração do posicionamento foliar durante os períodos de maior insolação.Na de Soledade, as condições de temperatura, radiação e umidade do solo ainda proporcionam o crescimento adequado, com fechamento de entrelinhas e início da fase reprodutiva (50% em floração e 15% em enchimento de grãos).

O foco dos manejos está no controle fitossanitário, com intensificação de fungicidas para ferrugem-asiática, antracnose emíldio, além do monitoramento de percevejos e vaquinhas, pragas de importância na formação e enchimento de grãos.Comercialização (saca de 60 quilos)O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 1,56 %, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 123,14 para R$ 121,22.Fonte: Emater/RS  Continue ReadingSustentabilidadeMilho/RS: A colheita avança de forma gradual (28%), e as produtividades variam amplamente em função da distribuição espacial das chuvas – MAIS SOJA Published 5 horas agoon janeiro 29, 2026By agro.mt A cultura apresenta fases fenológicas diversificadas em função do plantio escalonado e de segundo cultivo, em safrinha.

Há predomínio de lavouras em estádios de enchimento de grãos (25%) e maturação fisiológica (28%). A irregularidade e a escassez de precipitações em parte do período aceleraram a senescência foliar e o término do ciclo em algumas lavouras de sequeiro, o que pode repercutir sobre o peso de grãos e o rendimento final.

Em contrapartida, a elevada radiação solar favoreceu a atividade fotossintética e o acúmulo de assimilados nos cultivos, que mantiveram adequada oferta de água no solo, sobretudo em sistemas irrigados.A colheita avança de forma gradual (28%), e as produtividades variam amplamente em função da distribuição espacial das chuvas, do nível tecnológico e do uso de irrigação, situando-se, de modo geral, entre patamares médios e elevados para a cultura.Em alguns locais, há relatos de grande presença de cigarrinha-do-milho, exigindo atenção e controles por parte dos produtores.

Entre 22 (quinta-feira) e 23/01 (sexta-feira), foi realizada a 13ª Abertura da Colheita do Milho em São Borja, evento que contemplou palestras, mesas redondas e estações técnicas a campo. Autoridades do segmento político e de organizações de agricultura compareceram para a solenidade oficial.

Estima-se o cultivo de 785.030 hectares e produtividade de 7.370 kg/ha, segundo a Emater/RS-Ascar.Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o período sem chuvas continua permitindo que a colheita avance rapidamente na Fronteira Oeste. Algumas lavouras encerraram o ciclo com antecedência devido à forte redução da umidade no solo. A colheita foi realizada em 37% da área e 31% estão em fase de maturação.

Os cultivos em enchimento de grãos e floração somam 18%, mas aguardam-se novas precipitações para atender à elevada demanda hídrica.  Nos municípios da Campanha, as lavouras em fase vegetativa (14%) têm tolerado razoavelmente bem o período de condições climáticas adversas.Na de Caxias do Sul, predomina a fase de enchimento de grãos.

Os cultivos apresentam aspecto muito bom, coloração verde intensa e adequada sanidade de folhas. A expectativa de bons rendimentos para a safra se mantém, e a colheita na região deve iniciar em fevereiro.Na de Erechim, os produtores iniciaram os trabalhos de colheita, após finalizarem a implementação das lavouras e os tratos culturais.

Estão 50% dos cultivos em enchimento de grãos, 45% em maturação e 5% colhidos nos municípios costeiros ao Rio Uruguai. As primeiras áreas colhidas apresentam produtividade em torno de 9.600 kg/ha. Informativo Conjuntural. Porto Alegre, n. 1904, p. 9, 29 jan.

2026.Na de Frederico Westphalen, 10% estão em enchimento de grãos, 40% em maturação e 60% colhidos.Na de Ijuí, mais da metade da área está em maturação, e 33% colhidos. Aprodutividade nas áreas de sequeiro varia entre 8.400 e 9.000 kg/ha, e 12.000 kg/ha nas irrigadas.

Em Ibirubá, a colheita segue mais lentamente, e há ataques de cigarrinhas, exigindo controles.Na de Passo Fundo, a cultura apresenta bom potencial produtivo. Ainda restam algumas lavouras em fase de desenvolvimento vegetativo, 8% em floração, 72% em enchimento de grãos, 19% em maturação e menos de 1% colhido.

Na de Pelotas, 88% do previsto está semeado, sendo 42% das áreas em desenvolvimento vegetativo, 32% em florescimento, 13% em enchimento de grãos e 3% em maturação. Foram colhidos 10%.Na de Santa Maria, aproximadamente 80% do previsto está semeada.

Estão 14% em floração, 30% em enchimento de grãos, 26% em maturação e 15% colhidos.Na de Santa Rosa, 95% da área prevista foi semeada; os 5% restantes estão sendo destinados à safrinha. Em desenvolvimento vegetativo estão 4% das lavouras, em floração 1%, em enchimento de grãos 4%, em maturação 25% e colhidos 67%. Grande parte da área já está disponível para novas semeaduras de milho safrinha ou soja.

A expectativa atual é de produtividade média de 8.054 kg/ha. Porém, altamente variável conforme a localidade, entre 5.700 e 12.000 kg/ha, devido às diferentes cultivares e as chuvas irregulares durante as fases de floração e enchimento. As lavouras de milho safrinha em emergência e desenvolvimentovegetativo inicial têm sofrido infestação por cigarrinhas, exigindo grande esforço no controle.

Na de Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, o milho do cedo está em início de colheita, com registros de produtividade entre 5.400 e 9.600 kg/ha. Os grãos colhidos são de ótima qualidade, mas com umidade elevada. A semeadura passa de 98% da área planejada, sendo35% em desenvolvimento vegetativo, 4% em florescimento, 25% em enchimento de grãos e 35% em maturação.

Foi colhido 1%.Comercialização (saca de 60 quilos)O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 2,28%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 61,40 para R$ 60,00.Fonte: Emater/RS Continue ReadingSustentabilidadeCom inadimplência recorde no campo, crédito rural torna-se teste de engenharia financeira – MAIS SOJA Published 6 horas agoon janeiro 29, 2026By agro.mt O crédito rural segue sendo essencial para viabilizar a produção, mas tratá-lo apenas como “dinheiro na conta” é um dos principais erros que levam os produtores a problemas financeiros.

Segundo dados do Banco Central, a inadimplência entre os produtores rurais pessoas físicas que contratam empréstimos a juros de mercado chegou a 11,4% em outubro de 2025, a maior inadimplência desde o início da série histórica em 2011.

No recorte das operações, o percentual de contratos em inadimplência passou de 1,2% da carteira total ativa em julho de 2024 para 3,3% em novembro de 2025, mostrando uma deterioração contínua da capacidade de pagamento ao longo do período.Dentro desse contexto, os produtores devem entender que cada operação envolve escolhas técnicas que impactam diretamente a saúde do negócio: prazos, garantias, custo efetivo, cronograma de pagamento e compatibilidade com o ciclo produtivo.

Quando essas variáveis não são bem dimensionadas, uma dívida que parecia a solução pode se transformar em inadimplência e, nos casos mais graves, em recuperação judicial.Para explicar por que crédito rural é, na prática, um trabalho de engenharia financeira, colocamos à disposição Thays Moura e Rayssa Melo, fundadoras da Agree, fintech especializada em crédito rural.

Elas ainda podem mostrar os bastidores de como o crédito é desenhado antes de chegar ao produtor e como escolhas técnicas podem preservar, ou comprometer, a sustentabilidade da operação rural.

Elas também podem comentar como as operações são estruturadas, como funciona a análise de risco, de que forma o crédito afeta o fluxo de caixa no dia a dia da fazenda e por que a consultoria financeira se tornou peça-chave para decisões mais seguras no campo.Fonte – Assessoria de Imprensa Agree  Continue Reading Advertisement LatestTrendingVideos Sustentabilidade4 horas agoSoja/RS: Estima-se que 42% das lavouras estejam em fase vegetativa, 46% em floração e 12% em enchimento de grãos – MAIS SOJA Sustentabilidade5 horas agoMilho/RS: A colheita avança de forma gradual (28%), e as produtividades variam amplamente em função da distribuição espacial das chuvas – MAIS SOJA Sustentabilidade6 horas agoCom inadimplência recorde no campo, crédito rural torna-se teste de engenharia financeira – MAIS SOJA Business7 horas agoPeríodo para transplantio do tomate começa nesta semana; confira calendário Sustentabilidade7 horas agoBoletim do Deral aponta que safra 2026 ganha volume e consolida cenário positivo no Paraná – MAIS SOJA Featured6 meses agoCorpo de Bombeiros combate 12 incêndios florestais nesta sexta-feira (15) Featured6 meses agoRebanho bovino de Mato Grosso conta com 32,1 milhões de cabeças Featured6 meses agoVÍDEO: ônibus despenca em ribanceira e deixa cerca de 16 feridos na BR-364 em MT Featured6 meses agoComo o comportamento do fogo se modificou ao longo dos anos nos biomas Featured6 meses agoOperação da PF e Exército mira oficinas mecânicas que escondiam máquinas usadas em garimpo ilegal em terra indígena de MT Agro Mato Grosso2 semanas agoFOTO: arara ameaçada de extinção é morta pela maior águia do mundo em MT Agro Mato Grosso3 semanas agoVÍDEO: policial registra sucuri enrolada em bezerro e desvenda mistério de desaparecimento de animais em MT Featured2 meses agoVÍDEO: família de ariranhas é flagrada em ‘mudança’ no Pantanal de MT Featured2 meses agoVÍDEO: onça-pintada é flagrada correndo na estrada e quase é atropelada em MT Featured3 meses agoSucuri se enrola no focinho de onça-pintada durante batalha no Pantanal de MT; imagens Agro MT Business13 horas agoPraga silenciosa abre porta para doenças fúngicas e ameaça a soja em MT Sustentabilidade16 horas agoÉ amanhã: a Abertura da Colheita da Soja dá largada nas máquinas em campo nesta sexta-feira!

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