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Calmaria Domina Mercado Arroz Demanda: guia completo
SustentabilidadeCalmaria domina mercado de arroz, com demanda pontual sustentando preços – MAIS SOJA Published 2 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Share Tweet O mercado do arroz segue operando em ritmo lento, com cotações praticamente inalteradas e baixa volatilidade, refletindo um ambiente de equilíbrio frágil entre oferta e demanda no curto prazo.
A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.“As movimentações recentes decorrem menos de mudanças estruturais e mais de um aumento pontual da procura interna, associado à recomposição marginal de estoques por parte do consumo doméstico”, explica. “Em alguns momentos, esta demanda superou a oferta disponível, o que ajudou a sustentar os preços”, acrescenta.
Contudo, sem gerar um movimento consistente de alta.O mercado externo teve influência limitada, mantendo os negócios concentrados no consumo interno.
“No campo, as lavouras apresentam bom desenvolvimento geral, apesar do menor nível de investimento nesta safra, reflexo direto da severa crise de crédito”, pondera Oliveira.As temperaturas baixas noturnas e matinais registradas em janeiro trouxeram relatos de marcas estéticas nas plantas — amarelamento nas pontas das folhas — sem confirmação de impactos produtivos até o momento.Do ponto de vista climático, o Rio Grande do Sul concentra o maior grau de atenção.
A combinação de chuvas escassas e irregulares, redução da umidade do solo e gestão hídrica mais exigente eleva o risco operacional no curto prazo, atuando como fator de sustentação psicológica dos preços.Em Santa Catarina, a irregularidade das precipitações limita ganhos de produtividade e mantém o setor defensivo.
Em contrapartida, Tocantins e Mato Grosso apresentam condições amplamente favoráveis, com boa umidade e previsibilidade produtiva, funcionando como contrapeso às incertezas do Sul.A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 53,28, alta de 0,42% em relação à semana anterior.
Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 1,01%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 46,41%.Fonte: Agência Safras FONTEAutor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras NewsSite: Agência Safras Related Topics: Up NextMercado de trigo inicia ano com fluidez reduzida e transição gradual de fundamentos – MAIS SOJA Don't Miss‘A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo’, diz Tereza Cristina Continue Reading You may likeSustentabilidadeMercado de trigo inicia ano com fluidez reduzida e transição gradual de fundamentos – MAIS SOJA Published 43 minutos agoon janeiro 30, 2026By agro.mt O mercado brasileiro de trigo foi caracterizado por um ritmo lento e uma transição gradual de fundamentos durante janeiro, operando com baixa fluidez e negociações pontuais que refletiram a cautela dos compradores e a postura defensiva dos vendedores.
De acordo com o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento, os moinhos iniciaram o período bem abastecidos, mantendo-se focados apenas em negócios de oportunidade, o que resultou em um ambiente de baixa liquidez, especialmente no Paraná, onde as referências para novos negócios foram escassas no início do mês.Ao longo do mês, conforme Bento, o Rio Grande do Sul teve uma perda de tração na demanda e o esgotamento da competitividade das exportações, com preços portuários ao redor de R$ 1.130,00 por tonelada que deixaram de ser atrativos frente ao mercado externo pressionado.“Esse patamar de preço já não remunera adequadamente a operação exportadora, fazendo com que esse canal deixe de funcionar como válvula de escape para o excedente interno, algo particularmente sensível em anos de maior oferta regional”, explicou o analista..De acordo com Bento, a paridade de importação consolidou-se como o principal balizador para a formação de preços domésticos, funcionando como um teto para as cotações, uma vez que o trigo nacional se mantinha competitivo.
Porém, limitado pela ampla disponibilidade no mercado internacional.No interior do Paraná, as negociações orbitaram os R$ 1.200/t, enquanto no Rio Grande do Sul as indicações variaram entre R$ 1.050 e R$ 1.100/t FOB, patamares que Bento associou à necessidade de os preços buscarem as linhas de paridade com o produto estrangeiro.
O analista observou que, mesmo com a redução da produção nacional em relação a ciclos recordes, a dependência externa segue elevada.No cenário externo, a safra recorde da Argentina teve papel central na formação de preços, mas com uma característica que tem alterado a dinâmica do mercado.
Segundo o analista, o clima chuvoso reduziu o teor de proteína do trigo argentino, com registros entre 8% e 9% em algumas regiões.“Essa oferta volumosa de trigo de baixa proteína elevou os prêmios para lotes com qualidade industrial superior e obrigou os moinhos brasileiros a acompanhar de perto os spreads de qualidade e a buscar trigos melhoradores em outras origens”, afirmou.No fim de janeiro, as indicações argentinas para embarques futuros permaneciam altamente competitivas, com trigo de 11,5% de proteína cotado entre US$ 212 e US$ 220 por tonelada FOB para os meses seguintes.De acordo com Bento, janeiro foi marcado por um ambiente de acomodação e maior seletividade nas compras.
O mês teve volatilidade limitada pela ausência de urgência da indústria e por estoques confortáveis.“O mercado brasileiro deve atravessar o ano sob um regime de transição gradual de fundamentos, no qual o primeiro semestre ainda será amplamente influenciado pelos vetores da temporada 2025/26, enquanto o segundo semestre passará a precificar, de forma crescente, os riscos e expectativas associados à safra 2026/27, tanto no Brasil quanto no mercado internacional.”, avaliou.Para o analista, os preços domésticos encerraram o período próximos a um patamar de suporte, mas eventuais altas mais consistentes dependerão de uma reação da moagem ou de fatores externos que devolvam competitividade às exportações.Importação brasileiraOs line-ups de importação de trigo com desembarque nos portos brasileiros somam 2,778 milhões de toneladas na safra 2025/26, considerando volumes realizados e/ou programados entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026.
No mesmo período da safra 2024/25, o volume registrado era de 2,913 milhões de toneladas. Os dados partem do levantamento de Safras & Mercado.São Paulo lidera os desembarques, com 594,7 mil toneladas, o equivalente a 21,4% do total. Em seguida aparecem Ceará, com 569,5 mil toneladas (20,5%), Pernambuco, com 347,0 mil toneladas (12,5%), e Bahia, com 340,1 mil toneladas (12,2%).
Também têm participação relevante Rio de Janeiro (230,4 mil t; 8,3%), Paraná (161,4 mil t; 5,8%) e Rio Grande do Sul (159,5 mil t; 5,7%).Entre janeiro e fevereiro de 2026, os volumes já desembarcados ou previstos totalizam 436,3 mil toneladas, com 59,7% de origem na Argentina, 2,8% na Rússia e 3,4% provenientes do Rio Grande do Sul via cabotagem.
Os demais 34,1% ainda têm origem indefinida e, diante das dificuldades relacionadas ao teor de proteína do trigo argentino, há expectativa de participação adicional de cargas da Rússia e possivelmente dos Estados Unidos.Bento ressaltou que o trigo desembarcado em determinado estado nem sempre é destinado ao consumo local, e que o trigo paraguaio, por ingressar por via terrestre, não é contabilizado nos line-ups dos portos brasileiros.Fonte: Agência Safras FONTEAutor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)Site: Agência Safras Continue ReadingSustentabilidade‘A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo’, diz Tereza Cristina Published 4 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Foto: Reprodução.O painel “Soja como política de desenvolvimento regional” reuniu lideranças do agro durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO).
O debate tratou do papel da soja como eixo da produção de alimentos, da geração de energia e da movimentação econômica nas regiões produtoras.“A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo”, afirmou a senadora Tereza Cristina. Segundo ela, o grão sustenta a cadeia de proteína animal e a exportação brasileira.
“Não existe frango, não existe suíno e não existe boi confinado sem a soja”, completou.O painel contou ainda com a presença de Fabrício Rosa, diretor executivo da Aprosoja Brasil; Tereza Cristina, senadora; Alceu Moreira, deputado federal; e Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil.Base da economia regionalFoto: Lyandra Renata/Canal Rural.Para Fabrício Rosa, a oleaginosa vai além da lavoura.
“Quando a soja chega a uma região, ela puxa estrada, armazém, indústria, escola, hospital e renda. Ela transforma o território”, disse.Tereza Cristina afirmou que o Brasil consolidou um modelo produtivo apoiado em tecnologia.
“Nós conseguimos produzir mais na mesma área, com pesquisa, com ciência e com produtores que sabem o que estão fazendo”, declarou.Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!Energia e alimentoFoto: Lyandra Renata/Canal Rural.O deputado federal Alceu Moreira destacou o papel do grão na transição energética.
“A soja hoje não produz só comida, ela produz energia, renda e ela produz futuro”, afirmou. Segundo ele, a integração entre biodiesel, etanol e proteína animal fortalece a posição do país no comércio internacional.Mauricio Buffon ressaltou que a cadeia da soja sustenta outras atividades.
“Não existe pecuária intensiva, não existe indústria de proteína animal e não existe bioenergia sem a soja”, disse.Produção e desafiosBuffon também abordou as dificuldades enfrentadas pelos produtores.
“O produtor está fazendo a parte dele, mas precisa de crédito com custo menor, de seguro rural que funcione e de segurança jurídica para continuar investindo”, afirmou.Fabrício Rosa acrescentou que a soja representa uma base econômica contínua.
“Ela não é uma cultura isolada, ela organiza todo um sistema produtivo ao redor”, disse.Ao encerrar o painel, Tereza Cristina defendeu a mobilização do setor para destravar pautas que considera centrais para a continuidade da produção, com destaque para o Seguro Rural, que aguarda relator na Câmara.
Segundo ela, a medida pode ampliar o acesso ao crédito e reduzir o custo financeiro no campo.“O nosso negócio alimenta o país e puxa a economia. Nós precisamos de pessoas que coloquem o Brasil no rumo da prosperidade”, concluiu.O post ‘A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo’, diz Tereza Cristina apareceu primeiro em Canal Rural.
Continue ReadingSustentabilidade‘Sem produtor não há colheita e sem colheita não há alimento’, afirma presidente da Aprosoja TO Published 5 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Reprodução Canal RuralA Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26 foi realizada nesta sexta-feira (30).
Estão reunidos cerca de 1.500 produtores rurais, autoridades e representantes do setor na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). O evento marca, de forma simbólica, o início da colheita da principal cultura agrícola do país.* Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!
Os anfitriões do do evento, do Grupo Wink, foram ao palco o produtor rural Renato Schneider, acompanhado de toda a família, em um momento que destacou a importância da sucessão familiar no campo. A propriedade tem a agricultura como foco principal, com produção de soja, milho, sorgo e gergelim, além da pecuária de corte e genética.
O manejo inclui ações de monitoramento de pragas, reforçando o cuidado com a produtividade e a sustentabilidade.A programação também contou com a participação de crianças da escola rural, dentro da iniciativa “Se Liga na Fazenda”, aproximando o agronegócio das novas gerações.
Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a abertura reforçou o papel social e econômico da atividade rural.Durante sua fala, Renato Schneider destacou os desafios enfrentados pelo produtor. “Precisamos de um pouco mais de valorização, mas o agro precisa continuar pujante do jeito que é”, afirmou.Ao abordar as expectativas para a safra, Renato Schneider Jr.
ressaltou as dificuldades climáticas ao longo do ciclo.
Segundo ele, a escassez de chuvas foi um fator de atenção, mas, ainda assim, a expectativa é de boa produtividade neste ano.Soja como motor do desenvolvimentoAutoridades e lideranças destacaram a relevância da soja para o estado do Tocantins, onde a cultura se consolidou como um verdadeiro divisor de águas, tornando-se o carro-chefe da produção agrícola e um pilar do desenvolvimento regional, com apoio de entidades como a Aprosoja.O prefeito de Porto Nacional, Ronivon, reforçou o impacto positivo do agronegócio na economia local.
Já o secretário de Agricultura do município, Fernando Roberto Windlin, chamou atenção para os desafios da logística, fundamental para garantir competitividade e escoamento da produção.Durante os debates, foi ressaltado que é difícil imaginar a dinâmica econômica da região sem Porto Nacional e sem a soja, cultura que estrutura cadeias produtivas e transforma realidades, inclusive fora das áreas diretamente plantadas.Custos elevados e pedido por respeito ao produtorA presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Schneider, destacou que, mesmo diante de um cenário adverso, é fundamental mostrar à sociedade o que significa produzir no estado.
”A safra 2025/26 deve alcançar cerca de um milhão quinhentos e oitenta mil hectares de soja, com produção estimada em 6 milhões de toneladas, mas os números, sozinhos, não refletem a realidade do campo”, apontou.Ela também reforçou o compromisso ambiental do setor. “O Brasil preserva. No Tocantins, o Cerrado está dentro das nossas fazendas”, disse, destacando que o produtor rural não pode ser tratado como vilão.
“Nós queremos transformar realidades, mas precisamos que as contas fechem. O produtor não pede privilégio, pede segurança jurídica, fiscal e respeito.”Schneider lembrou do papel estratégico do produtor rural para o país.
“Sem produtor não há colheita, sem colheita não há alimento e, sem alimento, não há país”, afirmou, defendendo mais reconhecimento, segurança jurídica e condições econômicas viáveis para quem produz e preserva no campo.Expectativas para a safra e fortalecimento do agroO presidente da Aprosoja Brasil, Mauricio Buffon, destacou a expectativa de mais uma grande safra, com produção nacional próxima de 180 milhões de toneladas.
Em sua fala, Buffon agradeceu à família Schneider pela forma como conduz a atividade agrícola e reconheceu o trabalho da senadora Tereza Cristina em defesa do setor.Ele também agradeceu às autoridades presentes, ao prefeito de Porto Nacional e à parceria com o Canal Rural, ressaltando que a transformação promovida pela agricultura é visível. “Mesmo quem não planta soja tem a vida impactada.
A agricultura é um grande divisor”, afirmou.Buffon lembrou ainda o trabalho das Aprosojas estaduais, presentes em dez estados, e pediu uma salva de palmas aos produtores rurais, destacando a importância das políticas agrícolas para o país.
“Hoje é o dia do produtor rural”, ressaltou.Comunicação e protagonismo no campoRepresentando o Canal Rural, Julio Cargnino agradeceu ao público que acompanha o evento pelas diferentes plataformas e à família anfitriã.
Ele destacou o protagonismo feminino no campo e lembrou que o Tocantins reúne cerca de 2 mil produtores de soja.Ao encerrar sua fala, Cargnino ressaltou que o fortalecimento dessas parcerias é essencial para aproximar o campo da sociedade e ampliar o entendimento sobre a realidade da produção agropecuária no país.
Ele também lembrou que o projeto Soja Brasil completa 15 temporadas, enquanto o Canal Rural celebra 30 anos, marcos que reforçam o papel da comunicação na valorização do produtor rural e na conexão entre o agro e a sociedade.O post ‘Sem produtor não há colheita e sem colheita não há alimento’, afirma presidente da Aprosoja TO apareceu primeiro em Canal Rural.
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