Pedágio Br-364 Aprosoja Ro Abiove — veja informações claras, passos práticos e orientações para tomar a melhor decisão com segurança.
Pedágio Br-364 Aprosoja Ro Abiove: guia completo
SustentabilidadePedágio da BR-364: Aprosoja RO e Abiove comemoram suspensão de cobrança Published 2 segundos agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Share Tweet Comunicação Aprosoja ROA Justiça Federal concedeu liminar na ação proposta de forma conjunta pela Aprosoja Rondônia e pela Abiove, suspendendo a cobrança do pedágio da BR-364 no trecho entre Vilhena e Porto Velho.
A decisão reconhece a consistência da tese apresentada e a relevância dos impactos imediatos que a cobrança antecipada vinha impondo aos usuários da rodovia.Em nota, a Aprosoja RO diz que a iniciativa é resultado de uma construção coletiva.
A ação contou com o apoio técnico da Aprosoja Mato Grosso, do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) e do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Sul de Rondônia, que contribuíram com estudos econômicos, dados logísticos e análises técnicas fundamentais para demonstrar a desproporcionalidade da cobrança do pedágio neste momento.Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja!
Participe da nossa comunidade através do link! A decisão reforça a necessidade de previsibilidade, transparência e equilíbrio entre tarifa e benefício, especialmente em um corredor logístico essencial para Rondônia.A partir de agora, inicia-se uma nova fase.
O objetivo é aprofundar o debate político sobre as fragilidades do contrato, discutir os custos impostos aos usuários e buscar soluções que resultem em tarifas justas, redução dos custos logísticos e melhorias efetivas na BR-364.A entidade seguirá atuando com responsabilidade, diálogo e base técnica, sempre em defesa dos produtores rurais, da segurança jurídica e do interesse público.O que diz a Abiove?A informou que acompanha com atenção os desdobramentos da concessão da BR-364 e celebrou a decisão judicial.
De acordo com a entidade, a liminar se fundamenta no descumprimento, por parte da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), de cláusulas contratuais essenciais, como a garantia de segurança do tráfego antes do início da cobrança.
A decisão também apontou falhas na implementação do sistema free flow, ausência de estudos de infraestrutura local e falta de meios de pagamento alternativos que não exijam a parada dos veículos, além do descumprimento do prazo mínimo previsto em termo aditivo para o início da operação.Apesar disso, a Abiove reforçou seu apoio institucional ao programa de concessões rodoviárias do Governo Federal, reconhecendo os avanços na estruturação de projetos e na atração de investimentos.
A entidade destacou que não questiona o modelo de concessão nem a necessidade de geração de receitas para viabilizar melhorias, mas defende que a execução dos contratos e a fiscalização ocorram em estrita observância à legislação, à transparência e ao equilíbrio econômico-financeiro.O post Pedágio da BR-364: Aprosoja RO e Abiove comemoram suspensão de cobrança apareceu primeiro em Canal Rural.
Related Topics: Don't MissMercado de trigo inicia ano com fluidez reduzida e transição gradual de fundamentos – MAIS SOJA Continue Reading You may likeSustentabilidadeMercado de trigo inicia ano com fluidez reduzida e transição gradual de fundamentos – MAIS SOJA Published 53 minutos agoon janeiro 30, 2026By agro.mt O mercado brasileiro de trigo foi caracterizado por um ritmo lento e uma transição gradual de fundamentos durante janeiro, operando com baixa fluidez e negociações pontuais que refletiram a cautela dos compradores e a postura defensiva dos vendedores.
De acordo com o analista e consultor de Safras & Mercado, Elcio Bento, os moinhos iniciaram o período bem abastecidos, mantendo-se focados apenas em negócios de oportunidade, o que resultou em um ambiente de baixa liquidez, especialmente no Paraná, onde as referências para novos negócios foram escassas no início do mês.Ao longo do mês, conforme Bento, o Rio Grande do Sul teve uma perda de tração na demanda e o esgotamento da competitividade das exportações, com preços portuários ao redor de R$ 1.130,00 por tonelada que deixaram de ser atrativos frente ao mercado externo pressionado.“Esse patamar de preço já não remunera adequadamente a operação exportadora, fazendo com que esse canal deixe de funcionar como válvula de escape para o excedente interno, algo particularmente sensível em anos de maior oferta regional”, explicou o analista..De acordo com Bento, a paridade de importação consolidou-se como o principal balizador para a formação de preços domésticos, funcionando como um teto para as cotações, uma vez que o trigo nacional se mantinha competitivo.
Porém, limitado pela ampla disponibilidade no mercado internacional.No interior do Paraná, as negociações orbitaram os R$ 1.200/t, enquanto no Rio Grande do Sul as indicações variaram entre R$ 1.050 e R$ 1.100/t FOB, patamares que Bento associou à necessidade de os preços buscarem as linhas de paridade com o produto estrangeiro.
O analista observou que, mesmo com a redução da produção nacional em relação a ciclos recordes, a dependência externa segue elevada.No cenário externo, a safra recorde da Argentina teve papel central na formação de preços, mas com uma característica que tem alterado a dinâmica do mercado.
Segundo o analista, o clima chuvoso reduziu o teor de proteína do trigo argentino, com registros entre 8% e 9% em algumas regiões.“Essa oferta volumosa de trigo de baixa proteína elevou os prêmios para lotes com qualidade industrial superior e obrigou os moinhos brasileiros a acompanhar de perto os spreads de qualidade e a buscar trigos melhoradores em outras origens”, afirmou.No fim de janeiro, as indicações argentinas para embarques futuros permaneciam altamente competitivas, com trigo de 11,5% de proteína cotado entre US$ 212 e US$ 220 por tonelada FOB para os meses seguintes.De acordo com Bento, janeiro foi marcado por um ambiente de acomodação e maior seletividade nas compras.
O mês teve volatilidade limitada pela ausência de urgência da indústria e por estoques confortáveis.“O mercado brasileiro deve atravessar o ano sob um regime de transição gradual de fundamentos, no qual o primeiro semestre ainda será amplamente influenciado pelos vetores da temporada 2025/26, enquanto o segundo semestre passará a precificar, de forma crescente, os riscos e expectativas associados à safra 2026/27, tanto no Brasil quanto no mercado internacional.”, avaliou.Para o analista, os preços domésticos encerraram o período próximos a um patamar de suporte, mas eventuais altas mais consistentes dependerão de uma reação da moagem ou de fatores externos que devolvam competitividade às exportações.Importação brasileiraOs line-ups de importação de trigo com desembarque nos portos brasileiros somam 2,778 milhões de toneladas na safra 2025/26, considerando volumes realizados e/ou programados entre agosto de 2025 e fevereiro de 2026.
No mesmo período da safra 2024/25, o volume registrado era de 2,913 milhões de toneladas. Os dados partem do levantamento de Safras & Mercado.São Paulo lidera os desembarques, com 594,7 mil toneladas, o equivalente a 21,4% do total. Em seguida aparecem Ceará, com 569,5 mil toneladas (20,5%), Pernambuco, com 347,0 mil toneladas (12,5%), e Bahia, com 340,1 mil toneladas (12,2%).
Também têm participação relevante Rio de Janeiro (230,4 mil t; 8,3%), Paraná (161,4 mil t; 5,8%) e Rio Grande do Sul (159,5 mil t; 5,7%).Entre janeiro e fevereiro de 2026, os volumes já desembarcados ou previstos totalizam 436,3 mil toneladas, com 59,7% de origem na Argentina, 2,8% na Rússia e 3,4% provenientes do Rio Grande do Sul via cabotagem.
Os demais 34,1% ainda têm origem indefinida e, diante das dificuldades relacionadas ao teor de proteína do trigo argentino, há expectativa de participação adicional de cargas da Rússia e possivelmente dos Estados Unidos.Bento ressaltou que o trigo desembarcado em determinado estado nem sempre é destinado ao consumo local, e que o trigo paraguaio, por ingressar por via terrestre, não é contabilizado nos line-ups dos portos brasileiros.Fonte: Agência Safras FONTEAutor:Ritiele Rodrigues – ritiele.rodrigues@safras.com.br (Safras News)Site: Agência Safras Continue ReadingSustentabilidadeCalmaria domina mercado de arroz, com demanda pontual sustentando preços – MAIS SOJA Published 2 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt O mercado do arroz segue operando em ritmo lento, com cotações praticamente inalteradas e baixa volatilidade, refletindo um ambiente de equilíbrio frágil entre oferta e demanda no curto prazo.
A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.“As movimentações recentes decorrem menos de mudanças estruturais e mais de um aumento pontual da procura interna, associado à recomposição marginal de estoques por parte do consumo doméstico”, explica. “Em alguns momentos, esta demanda superou a oferta disponível, o que ajudou a sustentar os preços”, acrescenta.
Contudo, sem gerar um movimento consistente de alta.O mercado externo teve influência limitada, mantendo os negócios concentrados no consumo interno.
“No campo, as lavouras apresentam bom desenvolvimento geral, apesar do menor nível de investimento nesta safra, reflexo direto da severa crise de crédito”, pondera Oliveira.As temperaturas baixas noturnas e matinais registradas em janeiro trouxeram relatos de marcas estéticas nas plantas — amarelamento nas pontas das folhas — sem confirmação de impactos produtivos até o momento.Do ponto de vista climático, o Rio Grande do Sul concentra o maior grau de atenção.
A combinação de chuvas escassas e irregulares, redução da umidade do solo e gestão hídrica mais exigente eleva o risco operacional no curto prazo, atuando como fator de sustentação psicológica dos preços.Em Santa Catarina, a irregularidade das precipitações limita ganhos de produtividade e mantém o setor defensivo.
Em contrapartida, Tocantins e Mato Grosso apresentam condições amplamente favoráveis, com boa umidade e previsibilidade produtiva, funcionando como contrapeso às incertezas do Sul.A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 53,28, alta de 0,42% em relação à semana anterior.
Na comparação com o mesmo período do mês passado, o avanço era de 1,01%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingia 46,41%.Fonte: Agência Safras FONTEAutor:Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Safras NewsSite: Agência Safras Continue ReadingSustentabilidade‘A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo’, diz Tereza Cristina Published 4 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Foto: Reprodução.O painel “Soja como política de desenvolvimento regional” reuniu lideranças do agro durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Alto da Serra, do Grupo Wink, em Porto Nacional (TO).
O debate tratou do papel da soja como eixo da produção de alimentos, da geração de energia e da movimentação econômica nas regiões produtoras.“A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo”, afirmou a senadora Tereza Cristina. Segundo ela, o grão sustenta a cadeia de proteína animal e a exportação brasileira.
“Não existe frango, não existe suíno e não existe boi confinado sem a soja”, completou.O painel contou ainda com a presença de Fabrício Rosa, diretor executivo da Aprosoja Brasil; Tereza Cristina, senadora; Alceu Moreira, deputado federal; e Maurício Buffon, presidente da Aprosoja Brasil.Base da economia regionalFoto: Lyandra Renata/Canal Rural.Para Fabrício Rosa, a oleaginosa vai além da lavoura.
“Quando a soja chega a uma região, ela puxa estrada, armazém, indústria, escola, hospital e renda. Ela transforma o território”, disse.Tereza Cristina afirmou que o Brasil consolidou um modelo produtivo apoiado em tecnologia.
“Nós conseguimos produzir mais na mesma área, com pesquisa, com ciência e com produtores que sabem o que estão fazendo”, declarou.Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!Energia e alimentoFoto: Lyandra Renata/Canal Rural.O deputado federal Alceu Moreira destacou o papel do grão na transição energética.
“A soja hoje não produz só comida, ela produz energia, renda e ela produz futuro”, afirmou. Segundo ele, a integração entre biodiesel, etanol e proteína animal fortalece a posição do país no comércio internacional.Mauricio Buffon ressaltou que a cadeia da soja sustenta outras atividades.
“Não existe pecuária intensiva, não existe indústria de proteína animal e não existe bioenergia sem a soja”, disse.Produção e desafiosBuffon também abordou as dificuldades enfrentadas pelos produtores.
“O produtor está fazendo a parte dele, mas precisa de crédito com custo menor, de seguro rural que funcione e de segurança jurídica para continuar investindo”, afirmou.Fabrício Rosa acrescentou que a soja representa uma base econômica contínua.
“Ela não é uma cultura isolada, ela organiza todo um sistema produtivo ao redor”, disse.Ao encerrar o painel, Tereza Cristina defendeu a mobilização do setor para destravar pautas que considera centrais para a continuidade da produção, com destaque para o Seguro Rural, que aguarda relator na Câmara.
Segundo ela, a medida pode ampliar o acesso ao crédito e reduzir o custo financeiro no campo.“O nosso negócio alimenta o país e puxa a economia. Nós precisamos de pessoas que coloquem o Brasil no rumo da prosperidade”, concluiu.O post ‘A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo’, diz Tereza Cristina apareceu primeiro em Canal Rural.
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