Notícias PF

Conteúdo do agro no padrão Pinho Fazendas, com créditos no final e navegação interna.

Voltar

Tecnologia permite cultivo ecológico da pimenta-do-reino e reduz impactos ambientais

Agro MT 30/01/2026 19:13

Tecnologia Permite Cultivo Ecológico Pimenta-Do-Reino — veja informações claras, passos práticos e orientações para tomar a melhor decisão com segurança.

Tecnologia Permite Cultivo Ecológico Pimenta-Do-Reino: guia completo

BusinessTecnologia permite cultivo ecológico da pimenta-do-reino e reduz impactos ambientais Published 2 segundos agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Share Tweet Foto: FreepikUma nova tecnologia de manejo vem transformando o cultivo da pimenta-do-reino, uma das especiarias mais consumidas do mundo e uma das commodities mais relevantes do agro brasileiro.O Brasil é o segundo maior produtor global, com o Pará concentrando mais da metade da produção nacional, e agora aposta em um sistema mais sustentável para garantir competitividade no mercado internacional.Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!Historicamente, o cultivo da pimenta-do-reino dependia do uso de mourões de madeira, principalmente da árvore acapu, utilizada como tutor para as plantas.

Além do alto custo de reposição, o método gerava impactos ambientais e entrou em conflito com a legislação, que hoje proíbe o desmatamento da espécie.Para enfrentar esses desafios, pesquisadores desenvolveram o sistema de cultivo da pimenteira-do-reino em gliricídia, uma planta que substitui as estacas de madeira nativa.“A gllericídio uma planta bem adaptada fornece uma autossuficiência ao produtor rural onde ele poder ter as suas próprias estacas”, explica o diretor Fuchs Gruppe, André Kich.A tecnologia, hoje em fase de consolidação, permite que o produtor implante a lavoura sem a necessidade de derrubar árvores da floresta.“Hoje os produtores não precisam cortar uma árvore da floresta nativa para plantar pimeteira do reino”, destaca Oriel Lemos.Ganhos ambientais e econômicosA gliricídia contribui para o sequestro de carbono, fixa nitrogênio do ar e melhora as condições do solo.

Como resultado, a pimenta produzida apresenta melhor aroma, sabor e pungência, além de maior longevidade da lavoura e aumento da produtividade.“Ela tem mais longevidade e o produtor tem maior produtividade. maior produtividade, maior qualidade e significa mais dinheiro no bolso entrando no produtor”, diz Lemos.Enquanto uma estaca de acapu pode custar entre R$ 25 e R$ 35, a estaca de gliricídia varia de R$ 3 a R$ 5.

Considerando um plantio médio de até 2 mil plantas por hectare, a economia na implantação pode chegar a R$ 50 mil a R$ 60 mil por hectare.A adoção do manejo evita a emissão de cerca de 57 toneladas de CO₂ por hectare, ao manter as árvores nativas em pé.

Considerando que o Pará possui aproximadamente 17 mil hectares de pimenta-do-reino, a estimativa é de que o sistema possa evitar quase 1 milhão de toneladas de CO₂.O post Tecnologia permite cultivo ecológico da pimenta-do-reino e reduz impactos ambientais apareceu primeiro em Canal Rural.

Related Topics: Don't MissAlta no preço do café em 2025 faz faturamento da indústria crescer 25,6%, aponta Abic Continue Reading You may likeBusinessAlta no preço do café em 2025 faz faturamento da indústria crescer 25,6%, aponta Abic Published 4 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Foto: FreepikO preço do café para o consumidor aumentou em 2025, impulsionando o faturamento da indústria, mas resultando em queda no consumo da bebida no Brasil, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).No varejo, o café foi um dos poucos itens da cesta básica a registrar alta no ano, em um cenário marcado pela redução nos preços de alimentos como arroz, feijão, açúcar e leite.

Em 2025, o preço do café torrado e moído subiu 5,8%, enquanto o preço médio da cesta básica caiu 4,8% no mesmo período.A elevação do preço do café ocorreu de forma desigual entre as categorias. Os cafés especiais tiveram aumento médio de 4,3%, enquanto os gourmets subiram 20,1%. Já os cafés superiores registraram queda de 3,5%.

Os produtos tradicionais e extrafortes tiveram alta de 5,8%, enquanto os cafés em cápsulas apresentaram recuo de 16,8%.Apesar do aumento ao consumidor, a Abic destaca que o avanço dos preços no varejo foi menor do que a alta enfrentada pela indústria na compra da matéria-prima. Nos últimos cinco anos, os preços do café conilon subiram 201%, enquanto o arábica acumulou alta de 212%.

No mesmo período, o café no varejo teve aumento de 116%.Em 2024, o café havia registrado alta de 37,4% ao consumidor. Já em 2025, o reajuste foi mais moderado, refletindo um repasse parcial dos custos acumulados ao longo dos últimos anos.Queda no consumoComo reflexo da alta dos preços, o consumo de café caiu no ano passado.

Segundo a Abic, entre novembro de 2024 e outubro de 2025, o consumo da bebida no Brasil recuou 2,31% na comparação com o período anterior.O volume consumido representou 37,9% da safra nacional de 2025, estimada em 56,54 milhões de sacas, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).Apesar da retração, o Brasil segue como o maior consumidor dos cafés produzidos no país, embora a participação do mercado interno tenha diminuído nos últimos anos: foi de 39,4% da produção em 2023, 40,4% em 2024 e 37,9% em 2025.O país também permanece como o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, com uma diferença estimada em cerca de 5 milhões de sacas.

No consumo per capita, o Brasil supera os norte-americanos.Entre novembro de 2024 e outubro de 2025, o consumo per capita foi de 6,02 kg por habitante ao ano de café cru e de 4,82 kg por habitante ao ano de café torrado e moído. Houve queda de 3,88% na comparação anual, influenciada pelo crescimento da base populacional.

Em média, cada brasileiro consumiu cerca de 1.400 xícaras de café por ano.Faturamento da indústria cresceMesmo com a queda no consumo, o faturamento da indústria de café torrado avançou em 2025.

O setor encerrou o ano com receita de R$ 46,24 bilhões, alta de 25,6% em relação a 2024.Segundo a Abic, o crescimento foi resultado direto do aumento do preço do café nas gôndolas, e não da expansão do volume vendido.A expectativa da indústria é de que o preço do café siga em patamar elevado em 2026.

Mesmo com a perspectiva de uma boa safra, os estoques mundiais seguem baixos, e a produção deve ser direcionada, em grande parte, para a recomposição dessas reservas.Segundo o presidente da Abic, Pavel Cardoso, esse cenário tende a favorecer um mercado mais equilibrado, mas sem grandes recuos nos preços ao consumidor, mantendo o café como um dos itens mais pressionados da cesta básica.O post Alta no preço do café em 2025 faz faturamento da indústria crescer 25,6%, aponta Abic apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue ReadingBusinessMato Grosso responde por 23% das vendas de carne bovina do Brasil ao exterior Published 5 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Foto: Reprodução/FreepikCom cerca de 978,4 mil toneladas embarcadas ao longo de 2025, Mato Grosso assumiu a liderança nas exportações brasileiras de carne bovina e passou a concentrar 23,1% de todo o volume vendido pelo país ao mercado internacional.

A produção mato-grossense chegou a 92 destinos, consolidando o estado como principal referência nacional no setor.O desempenho colocou Mato Grosso à frente de tradicionais exportadores. São Paulo terminou o ano na segunda posição, com 833,8 mil toneladas exportadas.

Goiás aparece em seguida, com 508,1 mil toneladas, seguido por Mato Grosso do Sul com 450,1 mil toneladas e Minas Gerais com 324,6 mil toneladas.Mais do que volume, conforme o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade, o avanço está ligado a uma transformação na cadeia produtiva.“Mato Grosso avançou muito em eficiência produtiva, sanidade e organização da cadeia.

Temos investido também na participação em feiras e eventos internacionais para divulgar a carne mato-grossense e que o estado está preparado para atender os mercados mais exigentes tanto em quantidade quanto em qualidade”, afirma.Esse cenário foi impulsionado por um ano considerado histórico no campo.

Em 2025, o Mato Grosso registrou o abate de 7,4 milhões de cabeças de gado, movimento que resultou em uma receita aproximada de US$ 4 bilhões com as exportações de carne bovina.

O valor médio da tonelada ficou em torno de US$ 5,4 mil, indicando maior valorização do produto em mercados estratégicos.Diversificação reduz dependênciaA China permaneceu como principal destino da carne bovina mato-grossense, absorvendo 54,8% de todo o volume exportado.

No entanto, outros mercados ganharam espaço ao longo do ano, como Rússia (6%), Chile (4,85%) e Estados Unidos (4,1%), sinalizando uma ampliação do alcance internacional do estado.Para o Imac, essa diversificação é um dos pontos centrais do atual momento da pecuária.

“Embora a China continue sendo o principal destino, o crescimento de outros mercados mostra que Mato Grosso tem conseguido acessar países com diferentes exigências sanitárias e comerciais. Isso reduz riscos e amplia as oportunidades de valorização da carne mato-grossense no cenário global”, destaca Bruno Andrade.Os dados de preços reforçam essa leitura.

A União Europeia foi o mercado que pagou os valores mais elevados pela carne produzida mato-grossense, com média de US$ 6.022,79 por tonelada. O Oriente Médio aparece na sequência, com US$ 4.250,79.

Já a China, apesar de liderar em volume, registrou preço médio de US$ 4.145,84 por tonelada, abaixo do praticado em mercados com maior rigor sanitário e de certificação.Clique aqui, entre em nosso canal no WhatsApp do Canal Rural Mato Grosso e receba notícias em tempo real.O post Mato Grosso responde por 23% das vendas de carne bovina do Brasil ao exterior apareceu primeiro em Canal Rural Mato Grosso.

Continue ReadingBusinessChuvas intensas de janeiro prejudicam produção de laranja em São Paulo Published 5 horas agoon janeiro 30, 2026By agro.mt Foto: Eduardo Girardi/EmbrapaAs chuvas intensas registradas ao longo de janeiro impactaram o mercado citrícola paulista, especialmente o segmento de laranja de mesa, segundo levantamento divulgado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) nesta sexta-feira (30).De acordo com o Cepea, o excesso de umidade nos pomares elevou a incidência de podridões e fungos, o que provocou queda de frutos e comprometeu a qualidade e a vida útil pós-colheita da laranja.Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!Nesse cenário, pesquisadores explicam que parte da produção que seria destinada à indústria acaba sendo perdida, enquanto outra parcela chega ao mercado com padrão inferior.

A situação amplia a pressão sobre as cotações, em um ambiente já marcado por oferta elevada.Ainda conforme o Cepea, o recebimento de frutas no mercado spot segue mais contido, com as indústrias concentradas no cumprimento dos últimos contratos e no processamento de fruta própria.O post Chuvas intensas de janeiro prejudicam produção de laranja em São Paulo apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading Advertisement LatestTrendingVideos Business2 segundos agoTecnologia permite cultivo ecológico da pimenta-do-reino e reduz impactos ambientais Agro Mato Grosso7 minutos agoReconhecimento Internacional: AMAGGI recebe nota A do CDP por proteção das florestas Sustentabilidade36 minutos agoMercado de trigo inicia ano com fluidez reduzida e transição gradual de fundamentos – MAIS SOJA Featured37 minutos agoCarnaval aquece economia em Mato Grosso e foliões devem gastar R$ 920 em média Sustentabilidade2 horas agoCalmaria domina mercado de arroz, com demanda pontual sustentando preços – MAIS SOJA Featured6 meses agoCorpo de Bombeiros combate 12 incêndios florestais nesta sexta-feira (15) Featured6 meses agoRebanho bovino de Mato Grosso conta com 32,1 milhões de cabeças Featured6 meses agoVÍDEO: ônibus despenca em ribanceira e deixa cerca de 16 feridos na BR-364 em MT Featured6 meses agoComo o comportamento do fogo se modificou ao longo dos anos nos biomas Featured6 meses agoOperação da PF e Exército mira oficinas mecânicas que escondiam máquinas usadas em garimpo ilegal em terra indígena de MT Agro Mato Grosso3 semanas agoFOTO: arara ameaçada de extinção é morta pela maior águia do mundo em MT Agro Mato Grosso3 semanas agoVÍDEO: policial registra sucuri enrolada em bezerro e desvenda mistério de desaparecimento de animais em MT Featured2 meses agoVÍDEO: família de ariranhas é flagrada em ‘mudança’ no Pantanal de MT Featured2 meses agoVÍDEO: onça-pintada é flagrada correndo na estrada e quase é atropelada em MT Featured3 meses agoSucuri se enrola no focinho de onça-pintada durante batalha no Pantanal de MT; imagens Agro MT Sustentabilidade4 horas ago‘A soja não é só do Brasil, ela alimenta o mundo’, diz Tereza Cristina Business5 horas agoChuvas intensas de janeiro prejudicam produção de laranja em São Paulo Sustentabilidade19 horas agoMilho/RS: A colheita avança de forma gradual (28%), e as produtividades variam amplamente em função da distribuição espacial das chuvas – MAIS SOJA Sustentabilidade21 horas agoBoletim do Deral aponta que safra 2026 ganha volume e consolida cenário positivo no Paraná – MAIS SOJA Sustentabilidade20 horas agoCom inadimplência recorde no campo, crédito rural torna-se teste de engenharia financeira – MAIS SOJA Sustentabilidade5 horas ago‘Sem produtor não há colheita e sem colheita não há alimento’, afirma presidente da Aprosoja TO Sustentabilidade18 horas agoSoja/RS: Estima-se que 42% das lavouras estejam em fase vegetativa, 46% em floração e 12% em enchimento de grãos – MAIS SOJA Business5 horas agoMato Grosso responde por 23% das vendas de carne bovina do Brasil ao exterior Copyright © 2025 agro.mt

Saiba mais sobre Tecnologia Permite Cultivo Ecológico Pimenta-Do-Reino

Referência sobre Tecnologia Permite Cultivo Ecológico Pimenta-Do-Reino

Créditos: Agro MT.